Hoje nosso artigo trata do Transporte de Cosméticos e demais produtos que fazem parte deste licenciamento especial da Anvisa.

Por Pharlog Transportes

“Me conta o que tem de novo no mercado Ricardo! O que você tem transportado que achou legal?”. São perguntas que as clientes que não são da área da saúde fazem com certa rotina para o Farmacêutico Ricardo Murça que também é proprietário da Pharlog.

“Minhas clientes  e de outras empresas que atendemos – não só as mulheres – sempre querem saber quais as novidades do mercado.  Eu adoro pesquisar cada produto que transporto. Cada novidade, cada novo ativo desenvolvido e contar para elas. É uma atividade de responsabilidade, mas também de muito prazer”, diz Murça sobre o Transporte de cosméticos.

O transporte de cosméticos inclui todos os produtos de higiene, de beleza, os perfumes – os produtos de perfumarias – e muito mais. Desde um pacote de algodão até os cosméticos e princípios ativos mais inovadores e conceituados no mercado são transportados.

Pesquisar a literatura e as especificações de cada produto, obter fichas técnicas e estudos sobre o que é transportado é uma tarefa extremamente importante. A transportadora deve garantir que os cosméticos chegarão à – ponta – ao cliente com todas as suas características intrínsecas inalteradas.

Não é só a temperatura que influencia na qualidade ou degradação do produto. Também a agitação do veículo, a luminosidade, o empilhamento das caixas, a umidade e o manuseio. E o que dizer da compatibilidade das cargas que vão no mesmo veículo?

“O cliente deve receber a embalagem em ordem, sem grandes amassados, com os lacres intactos, firme e com todas as informações legíveis”, diz Ricardo. “Os varejistas tem se especializado tanto que a compra tornou-se uma experiência. As consultoras dão informações importantes, analisam a pele do cliente, ensinam a aplicar e como conservar”, completa.

O transporte de cosméticos é parte da cadeia logística do produto. Não é por acaso que as regras de transporte, qualidade, armazenagem e manuseio estão contidas nas resoluções de Boas Práticas de Fabricação. O fabricante deve garantir que seus produtos cheguem ao destino final com as mesmas características de quando foram produzidos.

E os atacadistas ou distribuidores, qual o papel nessa etapa que liga o fabricante ao varejista?

É justamente o distribuidor que tem maior responsabilidade. É onde, geralmente, o produto fica armazenado e é uma das etapas que mais contrata o transporte.

“A qualidade está ligada ao preço e quem procura somente por preço não agrega valor ao seu negócio e produto”, destaca o empresário. “Na Pharlog trabalhamos com a personalização da operação, onde o empresário paga exatamente aquilo que é necessário ao seu negócio. Não temos uma tabela padrão e o empresário diz o que espera da transportadora. Nós o atendemos até o limite ético e técnico da capacidade de realizar um bom serviço sem prejudicar o produto”, comenta o Farmacêutico.

Qualificar o parceiro de transporte é importante neste momento. O empresário pode optar por ter somente um parceiro de transportes ou mais de um. Tudo depende do modelo de negócio e das características da carga e para onde ele manda esta carga.

“O cliente paga um frete barato, mas a mercadoria demora ou chega em más condições. Embalagem ruim, caixas amassadas, os entregadores são mau educados, sem treinamento, sem uniforme. E quando os carros não são rastreados, as cargas são perdidas ou trocadas, pedidos faltantes e por aí vai”, diz Murça.

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